Um acordo instável no Senado, a bem-sucedida pressão sobre o Tribunal de Contas da União (TCU) para adiar a votação das contas do governo de 2014, a provável recondução de Rodrigo Janot à Procuradoria-Geral da República e a esperança de remover o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara deram oxigênio à presidente Dilma Rousseff.
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